Como disse no relato da viagem que fizemos ao Sul do Brasil, deixamos a moto em Porto Alegre, no dia 18 de dezembro de 2013, e retornamos a Brasília, de avião, para passar as festas de fim de ano com a família.
A moto ficou numa vaga da garagem do casal Flávio (Adv) e Kenya, gentilmente cedida quando souberam que precisávamos de um local para abriga-la. Também já relatei antes que eles possuem uma locadora de motos, a A&K Motorcycle Rentals (http://www.aekmotos.com/), onde se pode alugar uma moto BMW totalmente equipada para viajar ou passear pelas encantadoras estradas/cidades da região sul do Brasil ou dos países vizinhos.
Nossa intenção, em princípio, era viajar pela Argentina, em direção a Mendoza, atravessando a cordilheira dos Andes para cruzar o Chile quase que 'de ponta a ponta', voltando pelo deserto de Atacama. Mas, para isso, teríamos que ficar uns 40 dias fora de casa, o que tornaria a viagem muito cansativa, ainda mais sem a companhia dos amigos que, mais uma vez, não tiveram condições de nos acompanhar nessa aventura. Além disso, também tínhamos a preocupação de ficar tanto tempo distante da família.
Então, tivemos que fazer uma mudança drástica nos planos e encurtar bastante a viagem. Nessas condições, decidimos que seria melhor eleger o Uruguai, por sua localização geográfica próxima ao Brasil, como o país a ser explorado dessa vez, ficando a Argentina e o Chile para uma outra oportunidade.
Traçamos um roteiro que cobriria boa parte do perímetro do país vizinho e, ao final, entraríamos numa pequena porção da Argentina para ir até Foz do Iguaçu, uma vez que Jane ainda não conhecia as cataratas.
Saindo de Porto Alegre, as paradas foram programadas para as cidades de Rio Grande, Punta del Este, Montevidéu, Colonia del Sacramento, Paysandú, Termas del Arapey (indicação do amigo Beto Saraiva, que já esteve lá algumas vezes), Uruguaiana, Posadas (Argentina), Foz do Iguaçu, Londrina, São José do Rio Preto, retornando finalmente a Brasília.
Nossa intenção, em princípio, era viajar pela Argentina, em direção a Mendoza, atravessando a cordilheira dos Andes para cruzar o Chile quase que 'de ponta a ponta', voltando pelo deserto de Atacama. Mas, para isso, teríamos que ficar uns 40 dias fora de casa, o que tornaria a viagem muito cansativa, ainda mais sem a companhia dos amigos que, mais uma vez, não tiveram condições de nos acompanhar nessa aventura. Além disso, também tínhamos a preocupação de ficar tanto tempo distante da família.
Então, tivemos que fazer uma mudança drástica nos planos e encurtar bastante a viagem. Nessas condições, decidimos que seria melhor eleger o Uruguai, por sua localização geográfica próxima ao Brasil, como o país a ser explorado dessa vez, ficando a Argentina e o Chile para uma outra oportunidade.
Traçamos um roteiro que cobriria boa parte do perímetro do país vizinho e, ao final, entraríamos numa pequena porção da Argentina para ir até Foz do Iguaçu, uma vez que Jane ainda não conhecia as cataratas.
Saindo de Porto Alegre, as paradas foram programadas para as cidades de Rio Grande, Punta del Este, Montevidéu, Colonia del Sacramento, Paysandú, Termas del Arapey (indicação do amigo Beto Saraiva, que já esteve lá algumas vezes), Uruguaiana, Posadas (Argentina), Foz do Iguaçu, Londrina, São José do Rio Preto, retornando finalmente a Brasília.
Regressamos, então, a Porto Alegre no dia 29 de janeiro e o dia seguinte foi reservado para uma manutenção básica na moto, como troca de óleo e verificação geral, uma vez que já havíamos rodado cerca de 3.500 km na primeira etapa da viagem e a previsão era de rodar mais uns 4.100 km.
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| Almoço no Hotel Deville, em Canoas. |
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| Jane aproveitou o dia ensolarado para dar um mergulho na piscina do hotel, enquanto eu fazia a revisão na moto. |
No dia 31 de janeiro, pela manhã, saímos em direção a Rio Grande e logo nos deparamos com um enorme congestionamento na rodovia. Ficamos apreensivos com a possibilidade de um acidente ou de uma manifestação, que poderia demorar bastante e o calor estava insuportável, mas era apenas um navio passando sob a ponte pênsil do rio Guaíba!
Não curtimos muito esse trecho da estrada nem, tampouco, Rio Grande, uma cidade portuária que nos pareceu bem decadente. Ainda por cima, pegamos chuva com ventos fortes já nesse primeiro dia. Naquela altura ainda não sabíamos, mas a chuva seria nossa companheira durante quase toda a viagem!
Não curtimos muito esse trecho da estrada nem, tampouco, Rio Grande, uma cidade portuária que nos pareceu bem decadente. Ainda por cima, pegamos chuva com ventos fortes já nesse primeiro dia. Naquela altura ainda não sabíamos, mas a chuva seria nossa companheira durante quase toda a viagem!
Fotos ao entardecer da janela do quarto do hotel e da partida no dia seguinte, pela manhã cedo, em direção a Punta del Este.
A estrada de Rio Grande até a fronteira do Uruguai, no Chuí, é quase uma reta só, com poucas curvas mas, para compensar, a paisagem é deslumbrante, principalmente na região conhecida por campos neutrais, com o verde a perder de vista. Cruzamos a reserva ecológica do Taim, com seus banhados repletos de capivaras. Ainda bem que nenhuma delas resolveu atravessar a estrada naquele momento!
Na fronteira o calor era intenso mas, para a nossa sorte, os trâmites foram rápidos. As estradas, naquela região, à exceção de pequenos trechos, não são duplicadas mas estão muito bem conservadas, talvez porque o tráfego de caminhões seja bem reduzido.
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| Fronteira entre Brasil e Uruguai, no Chuí. |
Após rodarmos uns 100 km além da fronteira, começou uma chuva moderada que nos acompanhou até perto de Punta del Este. Desviamos um pouco do trajeto e fomos até La Paloma, para conhecer e almoçar, mas a chuva não permitiu que curtíssemos bem o lugar.
Optamos por levar dólar em espécie, ao invés de pesos, e não fizemos câmbio na fronteira, preferimos ir trocando aos poucos ou pagando em dólar mesmo. A cotação foi praticamente a mesma em todos os lugares: em torno de 21 pesos por dólar. Também evitamos usar o cartão de crédito, para fugir da tributação do IOF.
É bom que se diga que não sofremos, no Uruguai, qualquer tentativa de manipulação dessa cotação, mesmo por motoristas de táxi ou pequenos comerciantes de beira de estrada, como costuma ocorrer aqui no Brasil mas, em contrapartida, também não conseguimos obter desconto por pagar em 'efectivo', prática comum hoje em dia na Argentina, talvez porque estivéssemos em plena alta temporada de verão.






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