quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Leste Europeu 2013 - Parte IX

Atenção: Amigos leitores, a publicação da Parte VIII deste relato foi feita, inadvertidamente, antes da Parte VII e eu não consegui inverte-la. Então peço que atentem para a ordem correta. 

Zagreb

Nosso destino seguinte foi a capital da Croácia, Zagreb, distante cerca de 350km de Budapeste. Mais uma vez, enfrentamos um dia muito quente de viagem e, no posto de fronteira entre a Hungria e a Croácia havia uma enorme fila de veículos para os procedimentos de imigração e aduana. O interessante é que, no mesmo guichê, faz-se primeiro o controle de saída e, em seguida, com outro oficial, o de entrada na Croácia. Tivemos que desligar as motos, para evitar o superaquecimento dos motores refrigerados a ar, e empurrá-las ao longo da fila no sol quente.


A caminho de Zagreb, numa parada ainda na Hungria, conversamos com um casal muito simpático viajando numa Ducati Multistrada (ao fundo, encoberta pelas nossas motos), sendo ele alemão e ela eslovaca.





No dia seguinte, fomos conhecer o Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, uma das maravilhas naturais da Croácia. Foi uma viagem de cerca de 140km até lá, parte dela numa estradinha cheia de curvas, bem travada.

A visita ao parque é um programa imperdível para quem vai à Croácia.
Parada para um refresco, no meio do caminho até o parque.
Ficamos hospedados no Hotel Jezero, o único que fica dentro do parque. Chegando ao parque, pega-se um ônibus que nos leva até o alto e, de lá, existem duas ou três opções de trilhas para a descida por entre os lagos e quedas d'água. 
Os vários lagos e cachoeiras do parque são deslumbrantes.






Na manhã seguinte, partimos cedo em direção a Split, para a travessia de ferry boat até a ilha de Hvar.

No caminho passamos pela bela Trogir, uma pequena cidade portuária na costa oriental do mar Adriático.

Antes de chegarmos a Trogir, uma forte tempestade de verão nos pegou de surpresa numa excelente auto-estrada. Naquela altura, já tínhamos passado por um posto de combustível e não havia área coberta para estacionar e vestir as capas de chuva. Então o jeito foi pegar a primeira saída que apareceu, pagar o pedágio, e ir em direção à uma pequena cidade que já não lembro o nome. Só que, após passar o posto de pedágio, verifiquei que a tal cidade ficava bem distante e, com a chuva forte, chegaríamos lá ensopados. Foi aí que avistei uma parada de ônibus coberta e não tive dúvidas: Seria ali mesmo onde faríamos a operação. Foi a melhor decisão pois, apesar de pequena, a cobertura foi suficiente para nos abrigar e ainda tivemos o conforto de sentar nos bancos para vestir as capas.


Parada no ponto de ônibus para vestir as capas de chuva.

Após vestirmos as capas, retornamos à estrada principal e enfrentamos a forte tempestade. Apesar da adrenalina em alta, em função do volume da chuva e dos raios que caíam a todo instante, não passamos por qualquer momento de insegurança, em função da qualidade do pavimento e da drenagem da estrada.

Trogir








Nenhum comentário:

Postar um comentário