Zagreb
Nosso destino seguinte foi a capital da Croácia, Zagreb, distante cerca de 350km de Budapeste. Mais uma vez, enfrentamos um dia muito quente de viagem e, no posto de fronteira entre a Hungria e a Croácia havia uma enorme fila de veículos para os procedimentos de imigração e aduana. O interessante é que, no mesmo guichê, faz-se primeiro o controle de saída e, em seguida, com outro oficial, o de entrada na Croácia. Tivemos que desligar as motos, para evitar o superaquecimento dos motores refrigerados a ar, e empurrá-las ao longo da fila no sol quente.
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| A caminho de Zagreb, numa parada ainda na Hungria, conversamos com um casal muito simpático viajando numa Ducati Multistrada (ao fundo, encoberta pelas nossas motos), sendo ele alemão e ela eslovaca. |
No dia seguinte, fomos conhecer o Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, uma das maravilhas naturais da Croácia. Foi uma viagem de cerca de 140km até lá, parte dela numa estradinha cheia de curvas, bem travada.
A visita ao parque é um programa imperdível para quem vai à Croácia.
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| Parada para um refresco, no meio do caminho até o parque. |
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| Os vários lagos e cachoeiras do parque são deslumbrantes. |
Na manhã seguinte, partimos cedo em direção a Split, para a travessia de ferry boat até a ilha de Hvar.
No caminho passamos pela bela Trogir, uma pequena cidade portuária na costa oriental do mar Adriático.
Antes de chegarmos a Trogir, uma forte tempestade de verão nos pegou de surpresa numa excelente auto-estrada. Naquela altura, já tínhamos passado por um posto de combustível e não havia área coberta para estacionar e vestir as capas de chuva. Então o jeito foi pegar a primeira saída que apareceu, pagar o pedágio, e ir em direção à uma pequena cidade que já não lembro o nome. Só que, após passar o posto de pedágio, verifiquei que a tal cidade ficava bem distante e, com a chuva forte, chegaríamos lá ensopados. Foi aí que avistei uma parada de ônibus coberta e não tive dúvidas: Seria ali mesmo onde faríamos a operação. Foi a melhor decisão pois, apesar de pequena, a cobertura foi suficiente para nos abrigar e ainda tivemos o conforto de sentar nos bancos para vestir as capas.
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| Parada no ponto de ônibus para vestir as capas de chuva. |
Trogir




















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